A gente costuma passar por várias fases estranhas na nossa vida. Definitivamente a mais reconstrutiva é quando você recebe seu filho nos braços pela primeira vez. E aí, não se engane, nada será como antes.
Eu cresci cada dia desde que o Lucas nasceu e depois cresci mais ainda quando o Diego nasceu, com todas aquelas restrições de leite, soja, ovo, traços e etc. etc. etc.
Mas o que vou compartilhar agora é uma novidade que tenho feito aqui em casa e deu um resultado fantástico. Coisa de mãe cacique!
A gente sabe que criança deixa tudo espalhado, o quarto desarrumado e uma confusão na casa. A mãe fica doida e passa todos os dias mandando guardar e arrumar, guardar e arrumar, juntar e organizar....
Eu vivi uma experiência fantástica num curso da Abracoaching esse fim de semana, em que achei a minha tribo. Como assim? Conheci um monte de gente que gosta de ajudar e quem recebe ajuda ou palpite sem achar que o outro pode estar querendo alguma vantagem... Toda mãe tem um pouco disso, principalmennte quando vê outra mãe em apuros, não é mesmo?
Então, importei esse contato para casa. Aqui é minha tribo, e resolvi dar de presente a cada um dos meus filhos sua própria aldeia. Eu vou passar o que acredito ser bom para eles na aldeia deles, mas deixei para eles a responsabilidade de arcar com as consequências de deixar a aldeia deles bagunçada (aldeia é quarto, tá gente?).
Então combinei assim, eles tem que restringir a bagunça e as coisas espalhadas dentro da aldeia deles, mas quando for área comum da tribo ele tem que respeitar os outros índios e os caciques (mãe e o pai). kkkkk
Não sei vai dar certo, mas sei que vou parar de me incomodar porque eles não querem ter uma aldeia organizada como a minha. Não vai demorar para eles perceberem que algumas coisas vão ter que organizar ou aprender a produzir dentro daquela bagunça que fizeram. Essa é a versão mamãe louca.
Mas isso seria deseducar? Penso que não, isso é começar a ensinar a eles a pensar em quanto esse ou aquele ato ou jeito de ser pode impactar positiva ou negativamente a vida deles.
Imagina se tem um trabalho para nota que eles tem que entregar e que está perdido na aldeia? E eles tem que achar hoje, entre 7 e 7:15 porque tem que ir para o colégio? Garanto que a lição de enlouquecer tentando achar algo importante fará com que pensem que trabalhos e materiais de estudo não pode ficar na parte zoneada da aldeia, não é mesmo?
E aqui você passa a ser a mãe observadora...
E se eles convidam um amigo para jogar video-game e o controle está quebrado, porque ficava no chão da aldeia foi pisado e quebrou? Eles vão ter que repensar mais um item da aldeia, porque afinal só quem perde com o controle quebrado são eles mesmos!
E aqui você será a mãe que exercita o "não fazer por eles"!
Então começamos bem certos por aí! Em vez de obedecer esperneando e fazendo cara feia para arrumar o quarto porque a mãe pediu, eles vão ter que repensar se vale a pena mudar seus hábitos e comportamentos, e tenho certeza que vão aplicar isso na vida deles, seja em que aspecto for.
Fica a dica de uma mãe de 2, tia de 20, madrinha de 7! E que venham mais índios para a minha aldeia! Quanto maior a tribo, melhor!
Eu cresci cada dia desde que o Lucas nasceu e depois cresci mais ainda quando o Diego nasceu, com todas aquelas restrições de leite, soja, ovo, traços e etc. etc. etc.
Mas o que vou compartilhar agora é uma novidade que tenho feito aqui em casa e deu um resultado fantástico. Coisa de mãe cacique!
A gente sabe que criança deixa tudo espalhado, o quarto desarrumado e uma confusão na casa. A mãe fica doida e passa todos os dias mandando guardar e arrumar, guardar e arrumar, juntar e organizar....
Eu vivi uma experiência fantástica num curso da Abracoaching esse fim de semana, em que achei a minha tribo. Como assim? Conheci um monte de gente que gosta de ajudar e quem recebe ajuda ou palpite sem achar que o outro pode estar querendo alguma vantagem... Toda mãe tem um pouco disso, principalmennte quando vê outra mãe em apuros, não é mesmo?
Então, importei esse contato para casa. Aqui é minha tribo, e resolvi dar de presente a cada um dos meus filhos sua própria aldeia. Eu vou passar o que acredito ser bom para eles na aldeia deles, mas deixei para eles a responsabilidade de arcar com as consequências de deixar a aldeia deles bagunçada (aldeia é quarto, tá gente?).
Então combinei assim, eles tem que restringir a bagunça e as coisas espalhadas dentro da aldeia deles, mas quando for área comum da tribo ele tem que respeitar os outros índios e os caciques (mãe e o pai). kkkkk
Não sei vai dar certo, mas sei que vou parar de me incomodar porque eles não querem ter uma aldeia organizada como a minha. Não vai demorar para eles perceberem que algumas coisas vão ter que organizar ou aprender a produzir dentro daquela bagunça que fizeram. Essa é a versão mamãe louca.
Mas isso seria deseducar? Penso que não, isso é começar a ensinar a eles a pensar em quanto esse ou aquele ato ou jeito de ser pode impactar positiva ou negativamente a vida deles.
Imagina se tem um trabalho para nota que eles tem que entregar e que está perdido na aldeia? E eles tem que achar hoje, entre 7 e 7:15 porque tem que ir para o colégio? Garanto que a lição de enlouquecer tentando achar algo importante fará com que pensem que trabalhos e materiais de estudo não pode ficar na parte zoneada da aldeia, não é mesmo?
E aqui você passa a ser a mãe observadora...
E se eles convidam um amigo para jogar video-game e o controle está quebrado, porque ficava no chão da aldeia foi pisado e quebrou? Eles vão ter que repensar mais um item da aldeia, porque afinal só quem perde com o controle quebrado são eles mesmos!
E aqui você será a mãe que exercita o "não fazer por eles"!
Então começamos bem certos por aí! Em vez de obedecer esperneando e fazendo cara feia para arrumar o quarto porque a mãe pediu, eles vão ter que repensar se vale a pena mudar seus hábitos e comportamentos, e tenho certeza que vão aplicar isso na vida deles, seja em que aspecto for.
Fica a dica de uma mãe de 2, tia de 20, madrinha de 7! E que venham mais índios para a minha aldeia! Quanto maior a tribo, melhor!

Comentários
Postar um comentário