Alergia
alimentar cada vez mais presente em nossa vida
Meu nome é Luciana
Carlos, sou mãe de Lucas (13 anos) e Diego (8 anos – portador de alergia alimentar múltipla). A Alergia alimentar apareceu na minha
vida com nascimento do meu caçula, Diego, que apresentou os primeiros sintomas
com 8 dias de vida. Resolvi escrever sobre esse assunto no intuito de ajudar
outras mães a conseguirem um tratamento mais rápido para seus filhos, não
dependendo do atendimento de emergência, no qual tive que percorrer por vários
dias até o correto diagnóstico do meu filho.
A alergia a proteína do leite de vaca (APLV) é a mais comum, podendo
ser mediada ou não por sangue. As alergias
a outros alimentos podem vir a acompanhar ou não à primeira. Alimentos comuns
como feijão, banana, laranja, batata, que para muitos faz parte do dia a dia,
pode causar alergia em outras
pessoas, como é o caso do meu filho que hoje se alimenta basicamente de uma
fórmula especial a base de aminoácidos.
A alergia alimentar pode ser diagnosticada apenas clinicamente, ou
por exame de sangue, sendo que o último não é eficaz em crianças muito pequenas
por terem a chance de apresentar um resultado falso negativo. A clínica ainda é
a maneira melhor de diagnóstico. Os principais sintomas que a mãe deve observar
para questionar o pediatra sobre uma possível alergia alimentar são:
Diarreia frequente (que
não melhore com uso de medicamentos)
Diarreia com sangue
(acompanhada ou não de dor abdominal – cólica)
Refluxo intenso (que não
melhore com uso de medidas posturais e medicamentos)
Intensa congestão do
trato respiratório (que não melhore com tratamento adequado)
Perda ou não de ganho de
peso ou altura.
O próximo passo após
observar os sintomas é a procura de um gastropediatra e um alergista que
diagnostique seu filho e comece o tratamento correto. A introdução de alimentos,
precocemente, na criança alérgica podem comprometer seu tratamento e retardar a
cura. Amamentar é sempre o melhor para a criança, mas o leite materno também
pode conter proteínas que desencadeiem alergia
em seu filho, sendo assim, a mãe também é tratada e colocada em dieta para que
possa continuar amamentando seu filho.
Luciana
Carlos
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